Geral Em reunião na Prefeitura de Maracajá, Casan promete reservatórios para agosto

Em reunião na Prefeitura de Maracajá, Casan promete reservatórios para agosto

16/02/2023 - 07h50

A falta de investimentos da Casan em Maracajá, os problemas com o abastecimento e a falta de um contrato vigente, fizeram com que Prefeitura, Câmara de Vereadores e Casan realizassem uma reunião, que aconteceu na tarde desta quarta-feira, 15. Durante o encontro, os representantes da Casan falaram sobre a necessidade de novos reservatórios, que estão projetados para a cidade. Um deles deve ser entregue em agosto de 2023. Para o segundo reservatório, o prazo apresentado foi de 4 anos.

Um dos vereadores que iniciou as conversas para a realização da reunião, o vereador Alex Cichela  afirmou que esperava um resultado melhor do encontro. “A reunião não foi tão satisfatória, como a gente esperava. Mas algum dos objetivos que a gente pretendia, que era saber quando os reservatórios estarão instalados e o que que vai ser feito em relação a isso, essa dúvida foi sanada”, disse o vereador, que ainda ponderou que com relação aos investimentos as informações ficaram aquém da expectativa. “No quesito investimento, os prazos apresentados foi um balde de água fria”, disse o vereador.

Já o prefeito Aníbal Brambila lembrou que a cidade vem sofrendo com a falta de investimentos há muitos anos. “Quando assumimos a Prefeitura, estivemos na Casan em Florianópolis e nos prometeram esses reservatórios para o ano passado. Agora eles vieram e nós queremos um documento garantindo que eles façam os investimentos no município”, disse o prefeito.

Já com relação ao contrato para a prestação do serviço, que está vencido desde 2013, os representantes da Casan informaram que toda essa situação precisa ser tratada pela diretoria em Florianópolis. O prefeito Brambila, porém, afirmou que sem investimentos o município poderá tomar outro caminho. “O que nós queremos é que a Casan faça os investimentos em Maracajá. Nós não somos contra a Casan, mas ela tem que prestar um bom serviço para Maracajá”, pontuou Brambila.

Ao final da reunião, ficou acordado que a companhia iria encaminhar para a prefeitura um documento com os prazos em que pretende realizar os investimentos em Maracajá. “Dentro de 60 dias, se eles não darem uma posição positiva e eu tendo apoio dos vereadores, eu busco outra solução. Para buscar outras empresas, existem diversas documentações. Não é assim, chegar e colocar outra. Mas tem um caminho que da pra fazer”, concluiu Brambila.