Política Situação regularizada: funcionários terceirizados do Sine voltam com os atendimentos presenciais

Situação regularizada: funcionários terceirizados do Sine voltam com os atendimentos presenciais

04/04/2023 - 15h25

Após período emblemático, em que funcionários terceirizados do Sine (Sistema Nacional de Empregos) não recebiam seus salários há quase 3 meses, o deputado estadual, Matheus Cadorin, recebeu uma denúncia e agiu para auxiliar os trabalhadores.

Com o não pagamento, o serviço nas unidades se encontrava quase que paralisado, com os funcionários em estado de greve. Após o deputado expor a situação na Assembleia Legislativa e pedir para a secretaria da Indústria, Comércio e Serviço averiguar o caso, a pasta tomou providências, as atividades foram retomadas e a situação regularizada.

Em entrevista à Rádio Araranguá, o deputado estadual, Matheus Cadorin, falou sobre a retomada dos serviços em todo o estado.

“Após a denúncia, a secretaria logo fez um acordo com a empresa responsável pelo pagamento dos salários e a situação foi resolvida. Com isso, obtivemos informações que os serviços já foram regularizados. O serviço é essencial, imagina o trabalhador que está desempregado e precisa do trabalho. Pelo contrato, precisa estar funcionando presencialmente e realizar esse atendimento on-line (como vinha acontecendo), nem sempre é o caminho. Há pessoas, que ainda não estão inseridas nesse meio on-line. Pelo contrato, eles precisam realizar o atendimento presencial e foi em cima disso, a nossa ação de garantir que o atendimento fosse retomado o mais rápido possível. Nossa tarefa agora é fiscalizar e cuidar para que isso não volte a se repetir”, ressaltou Matheus.

A situação

“Houve uma falha na manutenção do contrato por parte da secretaria de Indústria, Comércio e Serviço e a empresa então, deixou de pagar seus funcionários terceirizados. Com isso, os mesmos ameaçaram greves e até paralisaram seus serviços por um período. Houve então a renovação do contrato e a realização de um acordo, entre a secretaria e a empresa terceirizada”, finalizou o deputado.