Geral Com aproximadamente R$ 7 milhões em estragos, Dom Joaquim prevê abertura parcial até o dia 20

Com aproximadamente R$ 7 milhões em estragos, Dom Joaquim prevê abertura parcial até o dia 20

11/01/2024 - 14h49

Ocupando um lugar de destaque na Saúde do Extremo Sul Catarinense, o Hospital Dom Joaquim, de Sombrio, vem gerando grandes impactos com seu fechamento. Um deles é a lotação no atendimento do Hospital Regional de Araranguá.

Em entrevista à Rádio Araranguá, no programa Dia a Dia, apresentado por Saulo Machado, o doutor Robson Schmitt, diretor do IMAS, falou sobre as perspectivas de reabertura do Hospital Dom Joaquim de Sombrio. “Estamos em uma força tarefa para voltar com os serviços do Dom Joaquim. Tínhamos uma programação inicial, de tentar reabrir as UTIs e os centros cirúrgicos no dia 15. Talvez precisaremos postergar para o dia 20”, destacou.

O diretor dá detalhes de como vem sendo desenvolvido os trabalhos no hospital. “Estamos na fase 1, do telhado, a qual abrange os leitos de internação e centros cirúrgicos. Depois vamos para a fase 2, que é a parte da emergência. Inicialmente, o projeto é abrirmos o centro cirúrgico, as UTIs e os leitos de internação. No segundo momento, vamos abrir o pronto socorro e a parte de exames”.

Schmitt ressalta que o instituto está operando com todas as forças para a reabertura. “Estamos 100% focados nesse processo de reabrir o Dom Joaquim, o mais rápido possível. O ambulatório já está operando. Acredito que até o dia 20 estaremos com o centro cirúrgico e as UTIs abertas também”.

O maior problema da unidade foi o telhado. Com isso, a chuva acabou danificando grande parte da instalação elétrica da unidade. “Tivemos que refazer toda a parte de fiação do hospital, nos determinados setores. Esse problema gerou todo um transtorno, porque a estrutura era bastante antiga”.

Além disso, o Hospital Dom Joaquim contou com o apoio da população. Inclusive, de um empresário, o qual, doou recursos para refazer o telhado. “Foi uma doação extremamente importante. Como não tínhamos tempo hábil para fazer uma laje, optamos por fazer uma estrutura metálica, toda fixada, com telhas sanduiche. Ficou uma estrutura extremamente robusta. Acreditamos que não haverá outros problemas”.

Mais avanços vem acontecendo no Dom Joaquim. Um deles, foi a aprovação da Vigilância Sanitária. “Tivemos a aprovação do nosso bloco novo. Gostaríamos de iniciar no máximo em fevereiro ou março. O que vai dar mais comodidade para as UTIs, o que vai fazer com que o hospital amplie para quase 180 leitos”, acrescentou.

Os estragos geraram perdas significativas na unidade. De acordo com Robson, foram aproximadamente R$ 7 milhões. “Foram muitos os estragos, perdemos muita coisa. Foram equipamentos, pisos, telhado. Enfim, perdemos muita coisa”.