Das bonecas de palha de Ilhas ao escondidinho de galinha caipira
Recuperar parte significativa da memória cultural de Araranguá, através do artesanato, oportunizar aos seus 30 membros desenvolver e aprimorar suas técnicas de produção e fomentar a cultura local do artesanato são alguns dos objetivos da Associação dos Artesãos do Município de Araranguá (AAMAR).
Sua Co-Fundadora, Laci Felippi, esteve hoje na Rádio Araranguá e falou desde a formação do grupo, até os planos para o futuro onde a nossa identidade cultural será ainda mais retratada através de seus associados.
Ontem pela manhã, o prefeito de Araranguá, Cesar Cesa recebeu simbolicamente o Estatuto da AAMAR, por meio da própria Laci, da Presidente da Associação – Adriana da Silva Medeiros e das artesãs Ivete Vieira, Márcia Adriane de Andrade, Midia Vieira Pinto e Valéria Zeferino Saturno.
“A nossa Associação tem por objetivo coordenar e fomentar ações que visem valorizar o artesão e o artesanato local, enquanto economia criativa e circular.”, coloca Laci.
Depois de toda a documentação necessária do grupo for finalizada, além da AAMAR estar apta a receber recursos públicos para o seu funcionamento e expansão, também serão dados novos passos. O próximo será a exposição e comercialização de seus produtos na revitalizada Praça Hercílio Luz, no Centro da Cidade das Avenidas. Identificar o Patrimônio Imaterial – os saberes e fazeres do artesanato de Araranguá, segundo Laci, é uma das metas da Associação. Relatando s importância das bonecas de palha de milho produzidas na comunidade de Ilhas.
“O Pelé logo depois que encerrou sua carreira no futebol, foi presenteado com uma boneca dessas. A Revista Manchete fez uma matéria e foi destaque nacional. Essa é a nossa identidade que não tem preço e que nós vamos, juntos, recuperar.”, finaliza Laci.







