Geral Débora Driwin Rieger Zanini: a magistratura é a missão de sua vida

Débora Driwin Rieger Zanini: a magistratura é a missão de sua vida

28/12/2023 - 07h54

A todo cidadão é garantido o acesso à justiça como um direito fundamental no nosso ordenamento jurídico, mas que sempre atribuímos a ele uma grande importância como uma ferramenta jurídica para as pessoas, lhes garantindo direitos, mas também impondo limites na sociedade chamados de deveres. Afinal de contas, a conhecida máxima é surrada, porém muito válida e eficaz: “(…) O seu direito termina onde começa o direito do outro.”

Natural de Ijuí, no Rio Grande do Sul, nossa convidada de ontem do programa 95.5 Entrevista chegou em Santa Catarina ainda criança, em razão da profissão de seu pai, então Delegado de Polícia Civil, e desde sempre se identificou com os pesos e contrapesos da justiça. Muito sapeca, mas também muito estudiosa, ela era aquela menina que tirava as notas mais altas de sua turma.

Débora Driwin Rieger Zanini veio morar em Araranguá em 1983, cursando o ensino médio no Colégio Estadual de Araranguá. Seu primeiro emprego foi no banco Bradesco, onde permaneceu por nove anos, até ser aprovada para o cargo de TJA, do Poder Judiciário, indo trabalhar em Criciúma.

A UNISUL de Tubarão foi o local onde cursou a faculdade de Direito. O ano de 1999 foi marcante e decisivo em sua brilhante carreira. Débora prestou concurso para Juíza de Direito, no Tribunal de Justiça de Santa Catarina e foi aprovada, tomando posse no cargo em 01 de agosto de 2000, em Florianópolis.

Do ano de 2000 até 2003 atuou como Juíza Substituta nas Comarcas da Capital, Sombrio, Turvo e Araranguá. Em setembro de 2003, foi promovida para Juíza de Direito de Entrância Inicial, assumindo a Comarca de Anchieta, no Extremo Oeste de Santa Catarina.

Foi removida para a Vara Única da Comarca de Armazém em 2006. Após, em 2007, assumiu a 2º Vara da Comarca de Urussanga. Em 2008 foi promovida para a Entrância Final, assumindo a titularidade da Vara da Família, Infância e Juventude na Comarca de Araranguá.

Em agosto de 2011, foi promovida à Instância Especial, assumindo a 2ª Vara Criminal da Comarca de Criciúma. Em setembro de 2017, passou a atuar na Vara de Execuções Penais da Comarca de Criciúma.

Ali, nossa entrevistada realiza o controle de pena dos internos segregados em regime fechado e semiaberto na Penitenciária Sul, Penitenciária Feminina de Criciúma e Presídio Regional de Criciúma. Ainda, controla os apenados em regime aberto, as prisões domiciliares e demais incidentes processuais.  Além disso, é Juíza Corregedora das três Unidades Prisionais de Criciúma.

Atribuições e muito trabalho não lhe faltam. Apaixonada pela profissão, ela diz que a magistratura é uma missão em sua vida.

Confira a entrevista completa: