Economia Educar: quando uma aptidão se transforma em um projeto de vida e contribui com a sociedade

Educar: quando uma aptidão se transforma em um projeto de vida e contribui com a sociedade

19/12/2023 - 09h39

Quando se diz que determinada paixão, profissão ou dom está no sangue daquela ou dessa família, sabemos muito bem o que isso significa. Afinal, quem não conhece uma família de valorosos agricultores, exímios médicos, advogados, contadores, professores, dentre outros? Certamente, perto da sua casa, há exemplos bem claros e definidos disso que falamos.

Bem no centro de Araranguá, duas estruturas abrigam mais que isso. Além da aptidão, também uma destacada força para lecionar, para educar e fazer de seus alunos grandes homens e mulheres. Na edição de ontem do programa 95.5 Entrevista, contamos com a presença de Adriana Prati, proprietária e idealizadora junto com a mãe, do Colégio Éthicos e Escola Catavento.

Adriana compareceu aos estúdios da Rádio Araranguá ao lado da colaboradora Lilian Figueiredo Pereira, natural de Turvo, pedagoga, pós-graduada em Educação especial e inclusiva, psicopedagogia, coordenação, orientação e administração escolar, com 12 anos de atuação na Educação.

Já se passaram quase três décadas desde que a família Prati deixou Porto Alegre, pegou a BR-101, e aportou na Cidade das Avenidas para aqui dar sequência a arte de educar.

Formada em Direito e Pedagogia, Adriana é psicopedagoga e neuropiscopedagoga. Ela fez magistério e começou a dar aulas aos 18 anos, em uma escola de educação infantil, enquanto cursava Direito na PUC da Capital gaúcha. Nesta escola, viu que sua verdadeira paixão era realmente ensinar. Veio morar em Araranguá em 1995 e casou-se com o advogado Karlo André Von Mühlen.

Adriana também atuou na secretaria municipal de Educação por dois anos. Em 1997, sua mãe, que foi professora de educação especial em Porto Alegre por mais de 30 anos, veio morar em Araranguá e montaram a Escola Catavento de Educação Infantil. Ela também é membro do Conselho Municipal de Educação de Araranguá há mais de dez anos, em diferentes gestões.

Adriana recorda que no Desfile Cívico de Sete de Setembro de 1997, foi convidada para desfilar com seu recém inaugurado educandário para crianças de 0 à 6 anos, a Escola Catavento. No momento, traçou uma meta para si mesma e disse que desfilaria com o número mínimo de 20 alunos. Após, chega a Semana da Pátria e ela já contava com 27 alunos, conta ela sorrindo ao recordar do início do projeto dessa família que tem nas veias o amor pelo ensino.

Confira abaixo a entrevista na íntegra.