Geral Eleições dos planos de gestão das escolas estaduais: saiba como funcionará nas escolas que não obtiveram quórum

Eleições dos planos de gestão das escolas estaduais: saiba como funcionará nas escolas que não obtiveram quórum

06/12/2023 - 17h59

As eleições dos Planos de Gestão (PGE) das escolas estaduais de Santa Catarina terminaram nesta segunda-feira, 4. Podiam votar alunos, professores e responsáveis, e para que os planos e novos diretores pudessem ser eleitos, o quórum deveria ser 50% mais 1 de cada seguimento.

Para falar sobre o tema, o coordenador regional de educação Luís Carlos Péssi esteve no programa Dia a Dia da Rádio Araranguá na manhã desta quarta-feira, 06. Segundo o coordenador a divisão em seguimentos, visa a maior participação dos pais. “Eu penso que intenção do governo nesta situação dos seguimentos é que os pais participem ativamente das questões da escola. Se analisarmos na nossa região nós tivemos de 40 escolas, 28 que obtiveram o quórum em todos os seguimentos. Penso que com esses indicadores existirá uma reflexão sobre esse quórum pela Secretaria de Educação”, comentou.

Pessi explica que os diretores que venceram passam agora por uma homologação, e os demais podem entrar com recursos. “A oficialização dos nomes dos planos de gestão eleitos sairá dia 11 de dezembro no site da Secretaria de Educação”.

No caso das escolas que não obtiveram o quórum, ou que não tiveram plano de gestão apresentado, neste caso em Araranguá a EEB Prof Eremeta Souza e em Praia Grande a EEB Abel Esteves de Aguiar caberá a coordenadoria regional indicar os nomes ao governo do estado. “Neste caso a coordenadoria envia um nome ao governo e a apreciação cabe ao governador. Vamos analisar primeiramente aqueles que já foram proponentes, que concorreram, dificilmente aparece algum nome que não concorreu. Não sou só eu que indico, a comissão eleitoral vai debater esses nomes, teremos alguns critérios que não podemos abrir publicamente do por que estarmos escolhendo A, B ou C, nós convivemos nas escolas, nós sabemos da realidade das escolas e vamos analisar aquele que será o melhor gestor para a unidade. Os critérios já temos alguns definidos, só políticos eu posso afirmar que não são, são critérios técnicos também”, explica Pessi.

O coordenador também esclarece que os diretores serão reavaliados semestralmente. “De seis em meses todos os planos de gestão serão avaliados, a comissão de eleição que foi feita agora ficará permanente. Se tiver alguma situação, o diretor eleito ou indicado terá que cumprir as ações que estão dentro do plano, se ele não estiver realizando podemos pedir a troca”.