Pequena Natyelle precisa de ajuda para continuar tratamento nos EUA
A luta da pequena Natyelle contra o neuroblastoma de alto risco acaba de ganhar um horizonte de esperança internacional, mas que exige um esforço coletivo imediato. Após vencer uma recidiva agressiva e alcançar a remissão total em 2025, a menina foi aceita em um projeto de pesquisa de ponta nos Estados Unidos, focado em impedir que o câncer retorne.
O neuroblastoma é conhecido por sua alta taxa de retorno (recidiva), que chega a 50%. No Brasil, as opções para evitar que a doença volte são limitadas. A esperança reside no DFMO, um medicamento inovador aprovado pelo FDA que atua na prevenção da recidiva, mas que não está disponível pelo SUS.
A aceitação de Natyelle no projeto de pesquisa americano é uma vitória rara. “É uma chance de cura que aqui nunca seria possível”, desabafa a mãe, Diandra. Além de buscar a própria saúde, a participação de Natyelle ajudará a ciência a salvar outras crianças no futuro.
Natyelle já esteve em solo americano em dezembro de 2025 e agora precisa dar sequência ao tratamento. “Ela se consultou lá dia 18, pegamos a medicação e ela já está tomando; são três comprimidos de manhã e três à noite. Eles nos deram o tratamento por três meses, mas no dia 26 de março precisamos retornar aos Estados Unidos para pegar a medicação por mais três meses. Depois, ainda precisaremos de mais quatro viagens para completar o ciclo”, explicou Diandra.
Embora o projeto nos EUA cubra os custos hospitalares e a hospedagem, a família enfrenta barreiras financeiras críticas para viabilizar a jornada. O prazo é de apenas 30 dias para organizar toda a logística e documentação, incluindo as passagens aéreas internacionais (ida e volta); alimentação e transporte local e consultas médicas e exames complementares necessários.
Tudo isso tem uma estimativa de custo de R$ 20 mil por viagem. Por isso, o valor total necessário é alto e depende da solidariedade de quem acompanha essa jornada.
A trajetória de Natyelle é marcada por milagres. Ela já superou cirurgias, transplantes e cinco ciclos de uma quimioterapia dolorosa que a levou à UTI. Agora, faltando apenas um passo para a vitória final, a família convoca novamente a rede de apoio que a trouxe até aqui.
“Eu segurei a mão da Naty e sei que muitas pessoas seguraram a minha. A luta continua e não podemos parar agora”, afirma Diandra.
Como ajudar:
Para quem puder contribuir, as doações podem ser feitas através da: Chave PIX: 14305945940 – Mais informações: (48) 99859-5799.






