Primeira sessão da Câmara de Araranguá é marcada por críticas ao denuncismo no Morro do Conventos
O ano legislativo iniciou na Câmara de Vereadores de Araranguá. Sob a presidência do vereador Luciano Pires, a casa realizou a sua primeira sessão ordinária de 2023. Entre os assuntos que foram tratados pelos parlamentares, conforme o regimento interno, estão a formação das comissões temáticas e uma grande repercussão com relação a um novo processo que o Ministério Público Federal (MPF) fez, desta vez contra a obra de abertura de uma rua ligando o Paiquerê ao Morro dos Conventos.
Cumprindo o regimento, foram registradas as chapas dos vereadores que participarão das comissões da Casa. Foram propostas chapas para as comissões de constituição, legislação, justiça e redação final; finanças, contas, orçamentos e tramitações; agricultura cooperativismo, ciência, tecnologia, desenvolvimento e meio ambiente; educação cultura e desporto; indústria comércio e turismo; viação, transportes, obras, administração e serviços públicos; saúde e assistência social; e a de legislação participativa. Sem participar em nenhuma das chapas, o vereador Jair Anastácio chegou a reclamar do isolamento, mas o presidente Luciano Pires, afirmou que a situação seria resolvida.
Críticas ao denuncismo no Morro dos Conventos
Após a leitura, votação e aprovação das indicações, os vereadores passaram ao período da palavra livre, que é quando os integrantes do legislativo municipal debatem assuntos da cidade de forma livre. O vereador Jair Anastácio trouxe à tona a ação do Ministério Público Federal contra a obra de ligação entre o Paiquerê e o Morro dos Conventos. Segundo o vereador, após ouvir sobre a ação durante o quadro A Conversa do Dia, na Rádio Araranguá, ficou revoltado e disse que a cidade não pode aceitar passivamente essa situação. Já o vereador Nelson Soares, foi mais a fundo. Afirmou ter tido acesso a denúncia anônima feita ao MPF e disse que as provas apresentadas são induzidas para fazer parecer que a obra não deveria ter o licenciamento. “O Ministério Público acaba que se obriga a fazer uma ação, porque vem uma denúncia baseada em mentiras e aí ele manda para o juiz, que sabiamente não deu uma liminar, como fez no Arroio do Silva, e tenho certeza que a nossa procuradoria já está trabalhando para mostrar para o juiz que pegamos tuco-tuco de um lado e levando para outro, o sapinho da barriga vermelha, também foi retirado”, destacou o vereador.









