“Recebemos essa ótima notícia”, diz diretor de Educação sobre demolição de escola desativada em Maracajá
Uma escola desativada tem gerado transtornos à comunidade do Encruzo do Barro Vermelho, em Maracajá. Localizada dentro do terreno da atual Escola de Educação Básica Municipal, Maria Libânia Machado, ela tem gerado preocupações, já que a estrutura está bem danificada, colocando em risco quem transita pelo local.
O prefeito de Maracajá, Anibal Brambila e o presidente do Legislativo, Valmir Carradore, estiveram na escola, onde foram recebidos pela diretora, Rosilane Marcelino Magagnin e por representantes da comunidade. No encontro foi entregue ao prefeito um abaixo-assinado, com quase 300 assinaturas, no qual a comunidade solicita com urgência a demolição da escola, que está desativada há 05 anos.

Em entrevista à Rádio Araranguá, o diretor de Educação, Daniel de Souza, conhecido como Chicão e a diretora da escola, Rosilane Marcelino Magagnin, falaram sobre o pedido de demolição.
“Os pais dos alunos estão preocupados. Nossa escola atende o pré-escolar e as crianças querem brincar, ficar livres no pátio. Eles são curiosos e com essa escola na frente, ficam querendo ir até lá. A cada dia que passa, a condição fica pior, cai telhas e está bem feia a situação. Este ano foi quando eu assumi como diretora e, em conversas com algumas pessoas da comunidade, eles tiveram a ideia de fazer um abaixo-assinado”, ressaltou Rosilane.
Oportunidades
“As crianças querem algo atrativo, como dividimos nosso terreno com essa escola desativada, gostaríamos de utilizar o espaço que ela ocupa, com novas salas de aula, uma entrada bonita para os pais e poder dar mais segurança”, explicou a diretora.
Situação Estado/município
“Então, quando assumimos em 2021, a primeira coisa que eu e o prefeito fizemos foi lá ver a situação dela. Foi feito um projeto, que foi para a Assembleia Legislativa e resumindo, ontem recebemos uma ligação de lá, onde existe uma lei, que o terreno já é do município. Vamos dar procedimento legalmente aos documentos para fazer a doação legal”, ressaltou Daniel

Objetivo
“Não vai ter mais escola velha. Após a demolição, queremos fazer uma entrada bem bonita, com jardinagem, algo bem bacana. Desde o refeitório até a entrada, vamos fazer um hall de entrada coberto. Com isso, vamos realizar um memorial das pessoas que estudaram ali, para guardar as coisas mais antigas. Então conversamos e recebemos essa ótima notícia da demolição”, explicou o diretor.
Necessidade
“Hoje, nós temos 6 salas, todas lotadas. Há uma necessidade muito grande de mais salas. O município tem a ideia de ingressar no ensino integral. Com isso, precisamos que seja disponibilizado uma estrutura adequada. Quanto mais sala melhor”, finalizou Rosilane.











