Mapa do Turismo Brasileiro: Araranguá é destaque no cenário nacional
Araranguá conquistou por mais um ano espaço de destaque na indústria do Turismo nacional. A Cidade das Avenidas recebeu certificado do Mapa do Turismo Brasileiro, na categoria C, com validade até abril de 2024. Além de Araranguá, apenas Praia Grande conquistou o certificado na região da Associação dos Municípios do Extremo Sul do Estado (Amesc).
O que é a categorização?
É um instrumento elaborado pelo Ministério do Turismo – MTur para identificar o desempenho da economia do setor nos municípios que constam no Mapa do Turismo Brasileiro. Esse instrumento, previsto como uma estratégia de implementação do Programa de Regionalização do Turismo, permite tomar decisões mais acertadas e implementar políticas que respeitem as peculiaridades dos municípios brasileiros.
Para que serve a categorização?
A categorização pode servir para:
a) Otimizar a distribuição de recursos públicos;
b) Orientar a elaboração de políticas específicas para cada categoria de municípios;
c) Aperfeiçoar a gestão pública, na medida em que fornece aos gestores do Ministério e dos Estados mais um instrumento para subsidiar a tomada de decisão;
d) Auxiliar na atualização do Mapa do Turismo Brasileiro, realizada bienalmente;
e) Auxiliar na reflexão sobre o papel de cada município no processo de desenvolvimento turístico regional.
Como foi feita a categorização?
A categorização foi desenvolvida pela equipe do Ministério do Turismo. Devido à quantidade de municípios inseridos nas 333 regiões turísticas do Mapa do Turismo Brasileiro (2.694 municípios), foram utilizados dados já existentes, disponíveis para todo o Brasil, que pudessem ser atualizados periodicamente e que traduzissem a economia do turismo. A partir daí se chegou a cinco variáveis que foram cruzadas em uma análise de cluster e deram origem a cinco categorias de municípios (A, B, C, D e E).

Categorização
A categorização faz com que cada município possa ser olhado de forma diferenciada e atendido de acordo com suas especificidades. A estruturação desses destinos ainda pouco explorados, possibilita que as agências e operadoras de turismo ofereçam novas roteiros e novas experiências aos turistas. Assim, ganham todos os envolvidos: os gestores públicos, a inciativa privada e o turista, que é o protagonista.












