Eleições 2026 Eleições 2026: celular não poderá ser levado para a cabine de votação

Eleições 2026: celular não poderá ser levado para a cabine de votação

29/09/2026 - 16h05

O eleitor poderá chegar ao local de votação com o celular, mas o aparelho não poderá ser levado para dentro da cabine de votação. A regra também vale para outros equipamentos eletrônicos que possam registrar ou transmitir a escolha feita na urna.

A orientação foi reforçada pelo técnico judiciário responsável pelo Cartório Eleitoral de Araranguá, Marcos Giusti.

“Não só o celular, como qualquer outro equipamento eletroeletrônico não é permitido o acesso às seções eleitorais.”

Segundo Marcos, os mesários estarão orientados sobre o procedimento.

“Assim que o eleitor chegar, vai existir uma mesinha específica para que ele deixe os pertences dele, inclusive o celular.”

O aparelho deverá permanecer no local indicado antes de o eleitor seguir para a cabine.

Colinha deve ser de papel

A proibição do celular também reforça a importância de o eleitor preparar a colinha antes de sair de casa. Os números dos candidatos podem ser levados em uma anotação em papel e consultados durante a votação.

A Justiça Eleitoral não permite que o eleitor utilize o telefone celular ou outro equipamento eletrônico dentro da cabine.

Manifestação individual é permitida

Outra dúvida comum envolve a manifestação da preferência política no dia da eleição. O eleitor pode utilizar, por exemplo, camiseta ou bandeira relacionada à sua preferência, desde que a manifestação seja individual e silenciosa.

Marcos explica:

“O eleitor pode fazer qualquer tipo de manifestação, camiseta, inclusive bandeira, o que ele quiser. Só que a manifestação dele deve ser silenciosa.”

Ele reforça que não pode haver uma mobilização coletiva dentro do local de votação.

“Não pode haver aglomeração de pessoas com a camiseta e bandeira do mesmo candidato ou partido, isso não pode. A manifestação do eleitor deve ser individual e silenciosa.”

A orientação é válida para o dia da votação e busca preservar a liberdade de escolha do eleitor, sem constrangimentos ou tentativa de influenciar outras pessoas.

Confira a entrevista completa com Marcos Giusti.