Suspeito de matar a namorada em Sangão é preso preventivamente a pedido do MPSC
Em audiência realizada no fim da tarde desta terça-feira (11/8), o Promotor de Justiça Fernando Guilherme de Brito Ramos manifestou-se pela prisão preventiva do homem, pedido que foi acolhido pela Justiça.
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio da 10ª Promotoria de Justiça da Comarca de Tubarão, com atuação regional no Juízo da Vara de Garantias, em audiência realizada na tarde desta terça-feira (11/8), manifestou-se pela decretação da prisão preventiva do homem acusado de matar a namorada, uma jovem de 19 anos, em Sangão, no Sul do estado. O pedido foi acolhido pela Justiça.
Conforme o Promotor de Justiça Fernando Guilherme de Brito Ramos, em razão da localização do corpo da vítima, bem como da afirmação do suspeito perante a Autoridade Policial de que aplicou nela o golpe “mata-leão” até que perdesse a consciência, foi requerida a prisão preventiva, para garantia da ordem pública, tendo em vista a extrema violência empregada, que resultou na morte da vítima. Em análise do requerimento, o Juízo da Vara de Garantias decretou a prisão preventiva do suspeito. Com isso, o homem foi encaminhado ao presídio.
Agora, o MPSC aguarda o término da investigação da Polícia Civil, a fim de esclarecer os detalhes do ocorrido. Após a conclusão do inquérito policial, o caso será remetido para a 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Jaguaruna, com atuação nos casos de violência doméstica, para análise e possível apresentação de denúncia.
Saiba mais
Conforme a Polícia Civil, o réu, de 21 anos, teria confessado o crime. Segundo as autoridades policiais, o suspeito informou que, após um desentendimento, teria aplicado um golpe conhecido como “mata-leão”, que causou a morte da jovem, entre quinta e sexta-feira (07/8). A versão apresentada por ele será confirmada pela Polícia através de exames periciais.
Após o crime, o corpo da mulher teria sido deixado no quarto do réu até a segunda-feira, quando a mãe da jovem registrou boletim de ocorrência do desaparecimento da filha. Horas após, o réu se apresentou na delegacia e teria confessado o crime.















