SAMAE faz investimento para economizar, CDL realiza evento nesta quarta no Contato Eco Parque, Hospital Dom Joaquim realiza cirurgia inédita pelo SUS e IMAS manda recado sobre edital do HRA
O SAMAE de Araranguá recebeu na manhã desta segunda-feira, 29, a máquina anfíbia, que servirá para desobstruir valos e lagoas, sem a necessidade da contratação. A máquina é uma escavadeira anfíbia de última geração, avaliada em R$ 1,784 milhão, adquirida com recursos próprios. O equipamento foi entregue oficialmente ao diretor-geral da autarquia, Jairo do Canto Costa, o Jairinho, e ao prefeito Cesar Cesa. A máquina possui peso operacional de 23 toneladas e cerca de 5 metros de altura. Por se tratar de uma máquina anfíbia, ela pode trabalhar no seco ou dentro de lagos, lagoas e rios.
Economizar
Segundo o diretor do SAMAE, Jairo Costa, o valor investido na compra do equipamento será pago com o trabalho. Hoje a prefeitura precisa contratar empresas através de licitações para manter a limpeza de açudes, como o Mané Angélica, por exemplo. A partir da entrada em funcionamento do novo equipamento, que será operado por servidores do SAMAE, os serviços serão prestados com economia para os cofres públicos.
Apoio
Como diretor do SAMAE, Jairo Costa discutiu a compra do equipamento, incialmente com o prefeito Cesar Cesa, que aprovou. “Ele sempre apoia iniciativas de compras de equipamentos que possam melhorar a prestação de serviços à população”, afirmou em relação ao prefeito.
CDL UP
Acontece nesta quarta-feira, 01, no Contato Eco Parque, o CDL UP, promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Araranguá. O evento traz a palestra de Thiago Reis, especialista em vendas com mais de R$ 1,7 bilhão em receitas geradas para clientes nos últimos dois anos; Igor Drudi, fundador da DRIN Inovação e Xande Autofácil, empresário com trajetória inspiradora e referência em vendas no setor automotivo.
Ingressos
Os ingressos estão à venda no Sympla com preço especial de R$ 85. Associados da CDL Araranguá também podem garantir suas entradas diretamente na entidade.
Avanço
O Hospital Dom Joaquim, administrado pelo Instituto Maria Schmitt, realizou o primeiro implante de válvula aórtica transcateter pelo SUS. O hospital que é do IMAS, mas mantém atendimento SUS, teve investimento de mais de R$ 5 milhões para conseguir alcançar o patamar de grandes hospitais no Brasil.
A busca
Durante entrevista à Rádio Araranguá a manhã desta terça-feira, 30, o administrador do IMAS, doutor Robson Schmitt, para alcançar os objetivos, houve colaboração através de emendas parlamentares e de investidores do hospital. “A comunidade abraçou o hospital e entendeu que os avanços beneficiam a todos que podem ser atendidos de graça pelo SUS”, lembrou.
Alto custo
Na iniciativa privada, o senhor de 80 anos que se submeteu ao procedimento no Dom Joaquim precisaria de algo em torno de R$ 300 a R$ 400 mil, podendo ter um custo mais elevado, dependendo de onde seria feito. Mas, neste caso, o hospital cobrou do governo apenas a tabela SUS e o paciente não pagou absolutamente nada, nenhum centavo.
Edital
Sobre o edital do HRA, Robson Schmitt disse que continua esperando algum movimento novo do governo, que suspendeu a operação. Mas disse que o IMAS está convicto de que tem totais condições de vencer o certame e permanecer na administração do HRA e da Policlínica. O administrador disse não entender, porque o governo que parecia ter pressa em finalizar o processo, o suspendeu e não deu mais sequência.
Na justiça
Robson ainda alertou que, se o IMAS perder a licitação com o cumprimento de todas as regras constantes no contrato de gestão, sem problemas, deixa a administração do HRA. Mas, se pairar qualquer dúvida em relação a lisura do processo o IMAS entra na justiça para os devidos questionamentos e esclarecimentos. “Não vamos abrir mão do HRA que foi nossa porta de entrada no mercado, não podemos abandonar nossos servidores que nos têm sido fiéis e decisivos na missão de entregar à população sempre o melhor serviço”, afiançou.
Imprudência
Nem bem a obra do acesso Sul terminou e já começaram os problemas no lado de Araranguá. A obra foi dotada de total infraestrutura, com uma pista em excelentes condições. A sinalização é clara e os perigos, estão expostos, bem a vista de todos. Mas, devido a imprudência ou imperícia, vários acidentes já aconteceram. Automóveis, caíram nos valos ao lado da rodovia, saíram da pista, por motivos desconhecidos, e um caminhão tombou numa das curvas da estrada, o que também poderia ter sido evitado.
Lombada
Devido aos acidentes, resultado de imprudências e falta de atenção, para não dizer outras coisas, já se levantam vozes pedindo lombada físicas. Visitei a obra juntamente com o prefeito Cesar logo após a conclusão e conversamos sobre a possibilidade de automóveis caírem no barranco. O prefeito chegou a afirmar que Guardrails poderiam ser colocados nos locais mais perigosos. Mas, o que se pode concluir, é que a estrada apresenta totais condições de trafegabilidade, para quem obedece a sinalização e as leis de trânsito. Antes, a reclamação era das péssimas condições da estrada. Agora, a estrada está boa e mesmo assim os motoristas não conseguem trafegar sobre a pista? O que teria de tão ruim numa estrada recém-construída, que não permite que automóveis permaneçam em seu leito, sem cair nos valos ao redor? O problema é mesmo da estrada, ou de quem está no comando da direção?









