Campanha eleitoral já começou nas redes sociais
A campanha eleitoral nem começou de forma oficial, mas as assessorias já vêm trabalhando intensamente. O trabalho se divide entre gravar vídeos de ataques, e de defesa de seus pré-candidatos. No lado do governador Jorginho Mello, nenhum ataque, quer do governo federal, quanto de seus adversários, tem ficado sem resposta. Assim, a antecipação da campanha mostra que as redes sociais já estão sendo muito utilizadas, e não é difícil imaginar que com a proximidades das convenções dos partidos, irá se intensificar.
Ex-governadores
No caso dos ex-governadores, que estão apoiando a candidatura de João Rodrigues do PSD ao governo no estado, Carlos Moisés já foi às redes sociais para falar sobre o Hospital Joana de Gusmão. No vídeo ele enalteceu o projeto que havia começado em sua administração e que não teria sido levado adiante no atual governo. A resposta também veio em vídeo, onde o governador Jorginho Mello mostrou como era o hospital no governo de Moisés, e como está agora. Também apresentou vários trechos de entrevistas e comentários da imprensa na época, relacionados às péssimas condições do hospital. Terminou lembrando que em seu governo: “os respiradores comprados foram pagos”.
Telhado de vidro
O problema de ex-governadores apontarem feridas na atual administração nas redes sociais, é que o telhado pode ser de vidro. Assim, a pedra jogada, pode votar com a força necessária para rebater o que foi dito, e em alguns casos até quebrar o telhado.
Sessões
A Câmara de Vereadores de Araranguá fará na primeira semana de maio, duas sessões em dois dias seguidos. Com o feriado de quatro de maio, a sessão da segunda-feira, será na terça (05) e acontecerá a sessão normal da quarta-feira (06).
Na pauta
Na sessão da terça-feira (05), deverá entrar o projeto do vereador Marcio Mano, que torna de utilidade pública a Associação dos Remanescentes do Quilombo Maria Rosalina. O projeto já foi alvo de discórdia na casa, mas deverá ir a plenário para a votação na primeira sessão do mês de maio.
Começou
A prefeitura de Araranguá deu início na última sexta-feira (24), a obra de reforma total do espaço ao lado da escola João Matias no bairro Coloninha. A pracinha receberá iluminação em led, pista de caminhada, academia ao ar livre, e novas quadras esportivas.
Dedo na ferida
Durante entrevista na manhã desta segunda-feira (27) à Rádio Araranguá, o delegado Jorge Giraldi, tocou o dedo em duas feridas. A violência contra a mulher e os drogados de rua.
Drogados
Trabalhando diariamente, de frente para o problema, o delegado entende que são mesmo “Drogados de rua”, e não moradores de rua. Giraldi afirmou que a maior parte tem passagens pela polícia. Muito embora a maior parte tenha processos em andamento sem condenação, outros já foram condenados e quando encontrados, são presos.
Onde estão
Atualmente eles estão no UCCA e circulam pelo Mato alto, com mais intensidade, mas também vem ao centro da cidade. Para o delegado, é preciso encarar de frente o problema e atuar todos os dias para “tirar o sossego deles e mandar de volta para casa os que não são daqui”.
Bolsa Família
Jorge Giraldi também mencionou o fato de o cartão Bolsa Família estar sendo usado pelos usuários de drogas. Para ele, o governo deveria amparar apenas os pais de família que perderam o emprego e não têm nenhuma renda. “A estes, o governo deveria dar a atenção amparando com lugar para morar e auxiliar até encontrar um trabalho, não concordo com o benefício por tempo indeterminado”, afirmou.
Vadios e drogados
Para o delegado, no atual modelo dos benefícios sociais do governo federal, o que está acontecendo: “É que estamos alimentando vadios e drogas que perambulam pelas ruas de nossa cidade”, afiançou. Lembrou que antigamente havia a lei da vadiagem, onde a polícia podia prender. Mas a lei caiu e não é mais permitido prender ninguém por vadiagem. “Nossas leis precisam ser reformuladas, elas são brandas e não conseguem proteger os cidadãos de bem”, afirmou.
Cadeira elétrica
Em relação aos grandes comandantes do tráfico de drogas, Jorge Giraldi defendeu a execução na cadeira elétrica. Mesmo sabendo que a pena de morte não existe no Brasil, ele disse ser favorável, no caso em que reste provado serem grandes líderes do tráfico.
Casamento diferente
Ao abordar o tema da violência contra a mulher, Jorge Giraldi defendeu que as igrejas, deveriam exigir dos noivos, o conhecimento o da lei Maria da Penha. “No momento em que o padre vai fazer o casamento, deveria fazer o homem jurar que vai cumprir a lei Maria da Penha, ao invés de falar até que a morte os separe”, defendeu.
Sugestão
Durante a entrevista um ouvinte chegou a sugerir que a igreja católica inclua a lei Maria da Penha no curso de noivos.







