Trânsito de bicicletas no calçadão e praça Hercílio Luz preocupa transeuntes, Araranguá pode abastecer Maracajá com água potável e Guilherme May toma posse na ACIVA levantando bandeiras
A noite de ontem foi de intensa movimentação na praça Hercílio Luz e no calçadão de Araranguá. Com o comércio aberto, famílias desfilaram no centro em busca de compras para o Natal, ou simplesmente para relaxar ou fazer exercícios, fatos que vem sendo comuns nas noites da cidade. Mas algo passa a preocupar, que é o comportamento de alguns adolescentes correndo com suas bicicletas entre a população. O problema é que não é somente andar. Passam em alta velocidade fazendo manobras para desviar das pessoas em cima da calçada. Tal atitude impensada, comum em adolescentes, pode resultar em acidente. Com o calçadão e a praça cheios de crianças e idosos passeando, não é difícil prever que um acidente possa ocorrer. Ainda é tempo de orientar e evitar, porque depois das portas arrombadas, de nada adiantam trancas de ferro.
Tração humana
Só para constar, bicicleta é um veículo com tração humana, e sendo veículo, precisam obedecer às leis de trânsito, ou seja, não podem transitar em cima de calçadas, bem como não podem andar na contramão do trânsito.
Adolescentes
O problema é que são adolescentes que já causaram alguns acidentes, que foram relatados por ouvintes da Rádio Araranguá.
Placas
A vereadora Lena Périco, já havia levantado o assunto na câmara durante seu mandato. Pediu a colocação de placas proibindo o trânsito de bicicletas no calçadão e na praça Hercílio Luz, o que não aconteceu.
DEMUTRAN
Ao que parece o DEMUTRAN, seria o órgão municipal que poderia tomar providências em relação a situação, que se agrava com o grande número de pessoas que vem frequentando o centro da cidade devido as festas de final de ano.
Água para Maracajá
O diretor do SAMAE de Araranguá Jairo Costa disse na manhã de hoje durante entrevista à rádio Araranguá, que o SAMAE trabalha com folga em relação a água servida à população. Ao ser questionado sobre a possibilidade de vender água potável a outros municípios, o diretor afirmou que é possível. No caso de Maracajá, o SAMAE poderia estender a rede de Araranguá, ligando com a de Maracajá. Na divisa entre os dois municípios seria colocado um hidrômetro para marcar o consumo que seria pago por Maracajá.
Tarifa menor
Hoje Maracajá enfrenta o descaso da CASAN e a falta de água é constante. No caso de entendimento, Maracajá teria a condição de resolver o problema, além de cobrar uma tarifa menor que a da CASAN.









