“O governo que passou fez um bando de convênios que não tem a mínima possibilidade de cumprir”, afirma Jorginho sobre algumas obras da região Sul
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, segue sua agenda de visitas nas regiões de todo o Estado. Dessa vez foi a região da Associação dos Municípios do Extremo Sul de Santa Catarina (Amesc), que recebeu o líder do poder executivo estadual. Segundo Jorginho, sua visita visa dialogar com os prefeitos, para conhecer as prioridades de cada região.
“Estou visitando todo o Estado, falando com os prefeitos. Estamos fazendo duas regiões por semana, com o intuito de mostrar o que o governo investiu e vai fazer. Além disso, seguimos ouvindo o que cada prefeito diz. Cada prefeito pode falar o que quiser, não tem nada de prato pronto. Vamos ver como estão todas as demandas da região e o prefeito vai eleger prioridades e nós vamos conversar”, explicou Jorginho.

Obras
“Todas as obras que forem descentes, republicanas e que desenvolvam a região, podem ser continuadas. Nós estamos fazendo um financiamento para poder enfrentar isso. O governo que passou, achou que dinheiro dava em árvores e fez um bando de convênios que não tem a mínima possibilidade de cumprir. Com isso, precisamos ter responsabilidade com o dinheiro público e é isso que vou discutir com os prefeitos”, ressaltou o governador.
Hospital Regional
“Quero agradecer ao HRA, que já está trabalhando para nos ajudar a mudar a situação vergonhosa de Santa Catarina sobre cirurgias represadas. Precisamos manter de uma forma responsável, moderna”, explicou Jorginho.
Projeto universidade gratuita
“É um projeto que vai mexer com a educação de Santa Catarina. Entreguei na Assembleia Legislativa (Alesc), o projeto construído, que era um compromisso de campanha. Eu queria implantar esse projeto 100%, mas devido as dificuldades financeiras do Estado que encontramos, revirei tudo quanto foi gaveta e armário e não encontrei aquela dinheirama que falavam que tinha. Vamos implantar 40% agora, depois mais 20%, mais 20% e no quarto ano vamos estar com 100%. Com isso, nenhum aluno será prejudicado na transição. Há critérios, nossa Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), vai ser privilegiada. As universidades privadas que visam lucros, sempre tiveram 10% e a Acafe 90% do dinheiro público, porque ela foi criada com o dinheiro público. Se ela for mal, o patrimônio volta para o município, então é com lei municipal. As privadas, eu não tenho nada contra, mas elas colocam dinheiro no bolso. Elas também serão ajudadas nos quatro anos, terão acesso para dobrar os 10% que ganham hoje, para 20%. Com isso, todos estão contemplados, agora está na mão da Alesc”, acrescentou o governador.

Convênios para os municípios
“Cortamos R$ 2,1 bilhões, achamos um furo de R$ 2,9 bilhões no governo, nós vamos deixar de gastar até o final do ano. Estamos fazendo um financiamento para revitalizar as estradas estaduais. Todos esses convênios que foram saneados por Santa Catarina, parte deles a gente vai tentar fazer, negociando com os prefeitos o que é mais prioritário e têm algumas obras que não vamos fazer e isso a gente vai informar para os prefeitos”, finalizou Jorginho.







