Prefeito de Maracajá, Anibal Brambilla, dá um nó nos vereadores e Câmara aprova projeto do executivo sem emendas
Enquanto a secretaria de Obras de Araranguá espera curar o concreto da base onde será instalada a Maria Fumaça, no Bairro Barranca, a revitalização da praça está sendo preparada. O local receberá melhorias em todo o entorno da Maria Fumaça. A intenção é tornar o local em mais um ponto de atração turística da cidade. O problema é o prédio em frente, onde vai ficar a máquina. Se trata de uma propriedade particular e abandonada. Tempos atrás, funcionou ali um complexo esportivo, que movimentada o bairro Barranca. Com a revitalização da praça e a instalação da Maria Fumaça, quem sabe a inciativa privada se interesse por um projeto novo para instalar no local e trazer de volta a vida àquele prédio.
O nó do Brambilla
A Câmara de Vereadores de Maracajá aprovou nesta terça-feira (14), projeto do executivo relacionado ao prêmio assiduidade, concedido aos servidores da administração municipal. O mesmo projeto havia sido rejeitado anteriormente, porque os vereadores queriam que mulheres em gestação e outras situações, não perdessem o benefício. Também foi arguida a inconstitucionalidade do projeto. Durante entrevista à Rádio Araranguá, o prefeito bancou o projeto e mandou um recado aos vereadores. “O projeto vai retornar a câmara e tem que ser aprovado como está, não mudo nada e se não aprovarem como está, eu posso cancelar o prêmio, que eu mesmo concedi”, avisou. Diante do nó atado pelo prefeito, na sessão deste terça-feira (14) o projeto acabou sendo aprovado.
Reação
Na verdade, os vereadores tiveram que engolir goela à baixo o projeto do prefeito, pois caso realmente reprovassem e o prefeito retirasse o prêmio assiduidade, teriam que se explicar a maioria dos servidores.
Prata da casa
A Festa de Nossa Senhora Mãe dos Homens deste ano não terá cantores famosos. A decisão da coordenação da festa foi apostar em pratas da casa. Assim, o Brasil Sertão e o Mistura Fina serão as atrações este ano. Claro que os altos investimentos necessários para trazer cantores gospel famosos, foi levado em conta, mas também o fato de que nossos artistas locais têm qualidade e já tem seu público.
Apagão
A sessão desta terça-feira (14), na Câmara de Vereadores do Balneário Arroio do Silva, foi interrompida por um apagão. Em plena sessão, faltou energia elétrica, que não voltou mais. Com luzes de celulares e velas, os vereadores deixaram o plenário, sem conseguir terminar a pauta de votações que constava na ordem do dia. O presidente Pedro Eugenio Coelho, vai inserir, na pauta da próxima sessão, as indicações que ficaram sem votação.
Aprovado
Antes do apagão, a primeira matéria a ser discutida, votada e aprovada, foi a relativa ao requerimento a ser enviado ao prefeito Jorge Freitas, convocando a secretária de Educação do município, Daiane Freitas Leonardeli, para comparecer na Câmara. A secretária, deveria estar na reunião das comissões, onde prestaria informações em relação a denúncias de irregularidades em sua pasta e pressão a servidores, que estariam trabalhando fora das funções para as quais foram contratados. Vereadores receberam informações sobre desrespeito a alguns servidores que foram reclamar.
Orientação
Mas, momentos antes da reunião das comissões, o presidente Pedro Eugenio Coelho, recebeu uma ligação do prefeito Jorge Freitas, avisando que a secretária não compareceria à Câmara naquele momento, e que os vereadores aprovassem um requerimento convocando a mesma para ir a casa legislativa.
Lamento
O vereador Clailton Oliveira lamentou a atitude do prefeito, porque, segundo ele, os vereadores queriam apenas esclarecer com a secretária sobre algumas situações em sua pasta. A vereadora Greyce Copetti considerou falta de respeito com os vereadores e esperava que o prefeito estreitasse os laços com a casa, mas que preferiu a formalidade. Por fim, o presidente Pedro Eugenio Coelho, também lamentou a formalidade, mas ainda entende que o relacionamento entre a Câmara e a prefeitura será diferente.
Sem fogos
Outro projeto aprovado na sessão desta terça, proíbe a comercialização o uso e a queima de fogos de artifício com estampido. Tendo como autores os vereadores Clailton Oliveira e Pedro Eugenio Coelho, o projeto aprovado pela unanimidade dos vereadores, irá agora para a sanção do prefeito Jorge Freitas.
Cumprirá a sua finalidade?
Na verdade, o que foi apresentado como a solução para o problema infernal de fogos de artifício, pode não corresponder a realidade. Mesmo que a prefeitura coloque fiscais, não será tarefa fácil conter os que gostam de soltar foguetes. A mesma lei, que já foi aprovada na ALESC, não se mostrou resolutiva. No país, não é proibida a produção, nem a comercialização dos fogos de artificio. Assim, não é difícil imaginar que será complicado proibir a comercialização, e levando em conta, que os fogos podem ser comprados em outros municípios. Outro problema será a fiscalização. Imaginem na Copa do Mundo, ou nas festas de final de ano, faltariam fiscais para coibir, ou multar a multidão, que ainda utiliza os fogos.
Conscientização
Na verdade, o que a lei pode fazer, é buscar, através de campanhas, a conscientização de que os fogos não devem ser utilizados. Crianças com autismo, idosos e animais, sempre sofrem durante as festas de final de ano e da igreja católica, que ainda utiliza os fogos em procissões. Mais do que uma lei, buscar a consciência dos cidadãos, sem dúvidas é o melhor caminho.









