Escuna Capitão dos Ganchos de Araranguá naufraga em Laguna, Serra da Rocinha continuará com sistema de pare e siga até janeiro do ano que vem e Câmara de Araranguá encerra o ano letivo com saldo amplamente positivo
Na intenção de expandir os negócios, aconteceu a oportunidade de assumir mais uma frente de trabalho em Laguna para a escuna Capitão dos Ganchos. Mas, infelizmente, no trajeto, a embarcação não venceu a fúrias das águas e veio a naufragar. Todos os tripulantes foram resgatados com vida.
Rocinha
A Serra da Rocinha está operando em sistema de siga e pare desde o dia 19 de dezembro. O sistema vai até o dia 05 de janeiro do ano que vem. A empreiteira que está tocando as obras, já na reta final, deu férias aos seus funcionários, para a retomada em janeiro de 2026. O DNIT, ressalta que os motoristas redobrem a atenção à sinalização, respeitem os tempos de parada e programe sua viagem. Mas detalhes sobre as condições da rodovia, acesse @descubraserradarocinha.
Reclamações continuam
E as reclamações em relação ao recolhimento do lixo em Araranguá se intensificaram na última semana. A nossa ouvinte Fátima nos enviou a seguinte mensagem: – “SOCORRO, responsáveis pela coleta de lixo no Município de Araranguá, atenção vigilância sanitária do município, o lixo está se acumulando por mais de uma semana e os animais estão fazendo a festa. ESTÁ DIFÍCIL!!! Aguardamos Providências. Jardim das Avenidas, Arapongas, e Coloninha”.
Novo caminhão
A compra de um caminhão compactador de lixo zero quilômetro pela prefeitura de Araranguá, deixa clara a insatisfação da administração de Araranguá com o serviço de recolhimento do lixo. O prefeito Cesar Cesa, chamou, mais uma vez a empresa que presta o serviço para uma conversa. Novos trajetos foram implementados, bem como novos dias para o recolhimento foram definidos. A prefeitura já tem um caminhão usado, comprou um zero quilômetro e a tendência é da compra de mais caminhões e a retomada do serviço pela prefeitura. Ao que parece, a mudança deve acontecer aos poucos.
Mais de R$ 4 Milhões
A Câmara de Vereadores de Araranguá apresentou na última sexta-feira, 19, o resultado do cuidado com o dinheiro público. Com a presença de 14, dos 15 vereadores, o vereador Jorge Giraldi não compareceu, do prefeito Cesar Cesa e do vice Tano, o presidente Pedro Paulo de Souza, o Paulinho do MDB, devolveu aos cofres públicos quatro milhões e cinquenta mil reais. Foi a maior devolução da história da Câmara, que começou quando Daniel Viriato Afonso cumpriu seu primeiro mandato. O presidente ainda citou várias melhoras e conservações que foram feitas no prédio da casa, bem como a compra de um carro zero quilômetro.
Democrático
O presidente reuniu os vereadores de frente para a imprensa no plenário, juntamente com o prefeito e o vice. Cada vereador presente fez uso da palavra, avaliando o ano legislativo e projetando o ano que vem. O prefeito Cesar e o vice tano, também conversaram com a imprensa e com os vereadores. No final ainda houve espaço para questionamentos dos jornalistas presentes no café com a imprensa.
Chamou a atenção
Durante a fala dos vereadores, em dois momentos, foi citado que: “Os 14 que aqui estão unidos e trabalhando pela cidade”. Ao que tudo indica, a referência foi ao vereador Jorge Giraldi, que não se integra com os demais e já chegou a afirmar que não apertaria a mão, e nem iria sorrir para mais ninguém na casa.
Cronograma
Seguindo o cronograma, que está dentro do contrato de concessão da BR-101 no trecho Sul, a CCR ViaCosteira fechou o acesso a diversos comércios no bairro Polícia Rodoviária. Pelo projeto, para chegar em casa, os moradores terão que andar sete quilômetros a mais, e serão obrigados a encarar o pesado trânsito da BR-101. Um vídeo gravado por um cidadão, demonstra claramente que comércios tradicionais do bairro, tendem a fechar as portas.
Não adiantou
De nada adiantaram as reclamações, os pedidos, nem implorar para que a modificação não fosse feita, porque vai prejudicar muitas famílias. A CCR ViaCosteira apenas se limita a cumprir, o que, segundo a empresa, está no contrato de concessão. Assim, não se respeita a cidade, não se respeita os cidadãos, que terão que se adaptar ao que engravatados em suas salas com ar-condicionado, determinarem, sem dó, nem piedade. Não seria melhor entender a cidade e seus moradores? Não seria mais recomendável e saudável, se unir aos cidadãos e argumentar sobre uma possível mudança no que está escrito no papel?








