Um breve relato sobre o que observei em minhas férias, coisas que todos sabem que acontece, mas não há reação, se aceita tudo passivamente
O Retorno
No retorno de minhas férias, faço um breve relato do que vi e vivi em apenas 15 dias. Cheguei à conclusão óbvia, de que somos um povo acomodado, que não luta, não reage e aceita tudo passivamente, enquanto uma pesada carga continua sendo colocada sobre nossos ombros.
Fatos
O sofrimento começa na viagem, com pedágios caros e estradas ruins, onde se leva quatro horas para transitar num espaço que, em condições normais, levaria apenas 30 minutos, se tanto. Não, não havia acidente, na região norte, o engarrafamento agora “É normal”, segundo caminhoneiros acostumados com a lentidão no trecho. Sem contar que gasolina batizada com álcool, acima do permitido, fez com que meu carro apresentasse problemas.
Cheguei
Após uma viagem cansativa, você chega ao destino e finalmente a beira mar, praia, descanso. Ledo engano, pois, várias praias do nosso país foram apossadas por bares, que colocam suas tendas, tomando conta de, praticamente toda a extensão de areia. Você não tem o direito, sequer, de colocar seu guarda sol, e se tentar, será alertado que não pode e terá que pagar para usar o abrigo do bar em questão. Será que ninguém vai acabar com essa pouca vergonha? Além disso, os tais flanelinhas, que se espalham por todos os estacionamentos nas proximidades de praia. Em alguns casos, você paga a zona azul, e mais os flanelinhas. Mas espera aí, eu tenho mesmo que pagar duas vezes para estacionar em local público? Ninguém faz nada a respeito?
Lagoas
Daí você desiste e vai para as lagoas de nossa região. Só pagando, ou é camping, ou são propriedades privadas, que não permitem acesso as Lagoas. Em Araranguá, na Lagoa da Serra sobrou apenas o espaço da avenida da APOCIVA. No Rincão, os condomínios de luxo estão avançando até sobre campings com propostas de compra de suas áreas. Ninguém pode fazer nada a respeito? O que diz a legislação em vigor? Não existe previsão de acesso público a nossas lagoas? São questionamentos que faço em relação a observações que fiz durante os 15 dias em que gozei de minhas férias.
30 anos
O jornal Volta Grande comemorou ontem seus 30 anos de fundação. O jornalista e empresário, José Mota Alexandre, modernizou seu meio de comunicação, adentrou as redes sociais, mas manteve o jornal impresso, bem como a entrega das edições a moda antiga. Motinha é exemplo, de que o rádio e o jornal impresso, não morreram com o advento da televisão e das redes sociais. Aproveitaram o momento e se fortaleceram. No caso de jornais impressos, muitos deixaram de existir, porque preferiram migrar para o digital.
Novo presidente da AMESC
Em reunião na manhã de hoje, dia 21, os prefeitos dos 15 municípios de nossa região elegeram Alex Bianchin, como novo presidente. O prefeito de São João do Sul, será o responsável por conduzir a entidade em novo mandato.







