Renan Santos critica cenário político nacional e defende projeto para colocar o Brasil entre as cinco maiores potências do mundo
Durante entrevista à Rádio Araranguá, o pré-candidato à Presidência Renan Santos também comentou o cenário político e econômico brasileiro e apresentou metas estratégicas do Partido Missão para as eleições.
Segundo ele, o país enfrenta um momento difícil e precisa de uma agenda clara de crescimento nacional. “Eu sou muito otimista sobre o futuro do Brasil. Mas o presente é horroroso”.
Projeto político prevê Brasil entre as cinco maiores nações do mundo
Renan afirmou que a principal meta da legenda é posicionar o Brasil entre as principais potências globais nas próximas décadas. “A missão do partido é tornar o Brasil uma das cinco nações mais importantes do mundo nos próximos 30 anos”.
Ele citou fatores estratégicos que, segundo ele, favorecem esse objetivo. “O Brasil tem território, material humano, recursos naturais e economia para isso. A única coisa que falta é se levar a sério”.
Fundação do partido surgiu após atuação no Movimento Brasil Livre
O pré-candidato relembrou sua trajetória política ligada ao Movimento Brasil Livre e explicou que a criação do novo partido foi motivada pela necessidade de participação eleitoral direta. “Conforme o tempo passa, a gente percebe que para mudar o Brasil de verdade tem que entrar no jogo”.
Segundo ele, a formalização partidária permitiu ampliar a atuação política do grupo. “Montamos um partido chamado Missão e com base nisso estou concorrendo agora como pré-candidato à Presidência”.
Polarização nacional é desafio para novas candidaturas
Renan também comentou o cenário eleitoral marcado pela polarização política e afirmou que pretende ampliar sua presença nacional com propostas diretas ao eleitor. “Eu quero chegar nas eleições com pelo menos 10% de intenção de voto”.
Segundo ele, a estratégia para crescer eleitoralmente passa por contato direto com a população. “O que me resta é falar a verdade e visitar essas pessoas”.
Críticas ao cenário econômico e institucional
Durante a entrevista, o pré-candidato avaliou que o país enfrenta dificuldades estruturais relacionadas a impostos elevados, dívida pública e falta de reformas. “Economia com dívida quase estourando, juros altos, impostos cada vez mais caros. Uma situação horrorosa”.
Ele afirmou que mudanças dependem de articulação política e liderança nacional. “Resolver isso vai sempre esbarrar em algum lobby político. Nós precisamos eleger lideranças capazes para desatar esse nó”.







